domingo, 12 de julho de 2009

Nada se cria
Nada se perde
Tudo se repete
Se repete Se repete Se repete Se repete Se repete
Se repete Se repete Se repete Se repete
MegaShows "Reais"
Ternos ofuscantes
Filmes reprisados
Funerais coreografados
Nada se Cria
Tudo se repete
Se repete Se repete Se repete Se repete
Se repete.

"Globo, o pior cego é aquele que vê TV"

A Morte de Deus segundo Nietzsche




Nós Somos

Inventivas

Criaturas

Criativas


"viva la modernidá"

De que cor será sentir?

Afinal
De que cor será sentir?
Sera que o amor
tem uma cor?
Será vermelho o ódio?
Sera branca
A paz?
Sendo negra a morte
De que cor
Será a vida?
Sendo negra a fome
Qual a cor da fartura?
Sendo negra a realidade
Qual a cor da ilusão?
Sendo negra a cor que tinge
Presídios, hospícios
Qual a cor da opressão?

Trabalho e Confio

incoerência e a inconsequência vestindo a camisa da responsabilidade.
Durante os finais de semana Ou fora do horário de expediente... Fica nua.
Arrancando assim sua camisa com voracidade e jogando a no cesto do respeito e da obrigação.
Ócios de um oficio chato e barulhento que de fato... E por merecimento alimenta os meus vícios e tremedeiras.
A atenção a responsabilidade e o vacilo "Enchem a imaginação de domínio".
São demônios. Sim! São demônios.

Menina em transe

(Posts engavetados)

Hoje fui a FAFI para as entrevistas do curso de teatro, e durante a minha grande viagem Vila Velha Barra x Vitória Centro (em um exagerado ponto de vista) em um ônibus da transcol linha 500, Eu literalmente Viajei com algo gritando na minha cabeça e nesse transe louco surgiu a minha seguinte afirmação:
Eu faço que quero porque gosto, eu gosto do que quero por que penso, eu penso logo vivo.
É meio óbviu mas eu ando meia atordoada pelo fato de me surgirem alguns pontos negativos sobre minha pequena afirmação.
SE eu não faço o que quero eu não vivo?
Na aula de interpretação me libertei dando vida a outros personagens, Outras pessoas.
Mas logo na entrevista, eu fiz algo que eu nunca fizera antes. Eu falei sobre minha mente.
Algo gritante.
Minha mente é uma "Coisa gritante" e expliquei que para que o tom de voz dessa coisa gritante diminua eu sinto a necessidade de ocupar minha mente de alguma forma, Eu preciso do ato de me expressar... Até que esse ser gritante se acalme e durma logo após soltar algumas idéias de alimento de espirito, me deixando assim fraca mas com a sensação de libertação .
Vou libertando aos poucos palavras, frases, idéias. Até um dia não restar mais nada e a minha voz se calar.

iDÉIAS DE cOR

Penso fluentemente e formulo idéias de cores diferentes.
A minha influência está nas coisas mais fúteis
no inanimado da palavra não dita
na certeza da palavra escrita.
A minha mente grita letra por letra uma palavra indiferente.
Até que consigo ler fluentemente
versos intermitentes.

A Barata psicodélica da minha Mente

É de uma tremenda psicodelia barata comprada em farmácia que nasce idéias em "flor"
Forrada por versos abelhudos (Zoom Zoom zZz) confinado no sub consciente da menina e um baque de taquicardia completa a percussão.
Uma dose Sutil de psicodelia barata nos levam a pequenos momentos de sonoridade maluca e idéias as avessas de um Mundo proibido.
De onde eu Nunca devia ter Saído.

Natureza Morta

Ando com fome de Arte
Ando com saudade da Beleza
Ando com inveja da morte.
(“natureza morta”)
canto e quebranto a grandeza dos mais belos sonhos da natureza
que se perde na grande cara da Terra
A rivalidade entre poetas
A renuncia do amor.






Gineceu

O encanto da vida A herdeira da flor Uma menina de cor
Magia!
Que rompe com a sociedade e a neurose observa
Contestação!
Da narrativa ordenada das atividades e a mente jorrando criatividade
Escuto gritos abafados
Um circulo celeste do qual a esfera operante do céu toca a superfície da terra
Posições de astros em mapas astrais Um mapa do céu, no momento exato em que nasce uma criança
A monarca nascida A flor que falece O Amor que adormece
A "dita cuja" que cresce
"Descobri que fui uma conseqüência e por ser conseqüência nasci inconseqüente".
A marginalidade corre em minhas veias
Tenho uma opinião própria
Moema Freitas